Blog do Digão


Ilari-ilariê, aleluia
02/04/2012, 6:07 pm
Filed under: Genizah Virtual, igreja, vida de gado

Beijinho, beijinho, ô grória!

Recentemente, a senhora Maria da Graça Meneghel veio à baila novamente. Certa apresentadora de TV faria uma homenagem a Airton Senna, falecido piloto brasileiro e o último de sua espécie (a não ser que você leve o Barrichello a sério). Porém, esta homenagem não poderia ser completa, uma vez que o nome de Meneghel, antiga namorada de Senna, não poderia ser citado, já que esta se encontra em litígio judicial contra a emissora de TV por ter veiculado fotos suas em que ela aparece desinibidamente na revista Playboy.

Pois é, este é um grande paradoxo da nossa cultura brasileira: Meneghel, que é mais conhecida por seu apelido infantil de Xuxa, despontou na sua carreira de modelo como uma espécie de furacão sexual. Namorou Pelé (o responsável pelo seu estrelato), posou pelada inúmeras vezes, estrelou um filme em que simula sexo com um ator que à época tinha 12 anos (“Amor estranho amor”), começou a apresentar um programa de TV na antiga Rede Manchete onde as roupas eram mínimas, bem como sua paciência com as crianças (seus esculachos com a meninada ficaram famosos). Seu sucesso (e a ajudinha de Pelé) a levaram à Globo, onde até hoje se encontra. No auge do seu sucesso, chegou a protagonizar cenas lamentáveis, como o incentivo a crianças a fazer a dança na boquinha da garrafa. Carla Perez (aquela do “i de iscola”) chegou a declarar que Xuxa foi seu grande modelo. Hoje, depois da maternidade, Xuxa encaretou e quer apagar seu passado de erotismo infantil, recorrendo aos meios legais possíveis para isso.

Enfim, uma legião de meninas (e alguns meninos aboiolados) foi diretamente influenciada por Xuxa e seu tratamento distorcido do sexo. Isso não poderia ser diferente no meio evangélico, apesar da intensa pregação em meios fundamentalistas contra a apresentadora, que chegou a ser até mesmo satanizada – quem não se lembra dos boatos de que ela seria adoradora de eXU e XAngô, o que teria originado seu apelido? Obviamente não sei de casos de crianças filhos de crentes que dançaram na boquinha da garrafa (mas não duvido que tenham ocorrido casos assim); afinal, sexo e sexualidade sempre foram assuntos malditos dentro do sistema religioso em que muitos vivem. Mas é claro que, como membros de uma sociedade adoecida, muitos jovens evangélicos foram atingidos pelo erotismo infantil de Xuxa.

Eu sempre pensei sobre a razão de muitas cantoras de grupos evangélicos cantarem de modo extremamente sensual. Algumas (e alguns) artistas gospel cantando e gemendo “Paaaaaaaaaaaiiiii…” me trazem arrepios – certa vez ouvi uma apresentação, em CD, de determinado expoente gospel em que não sabia se o sujeito estava tendo um AVC ou um orgasmo (talvez os dois ao mesmo tempo). Também sempre achei estranho como até mesmo cantores homens ficarem cantando “eu sou do meu amado”, numa clara falta de contextualização de Cantares, abrindo caminho para todo tipo de interpretações homoafetivas, além de alguns dançarem feito bambis sob efeito de LSD. Sei que apenas a influência da Xuxa não é suficiente para um quadro desses. Há de se pensar também no evangelho rarefeito que é ensinado hoje em dia por aí, misturado com dicas de bem estar e autoajuda – dependendo da igreja que se freqüenta, um manual do SEBRAE edifica mais. Essa insistência de querer mostrar o membro de igreja sempre como o “vencedor” está criando uma geração de mimados e desajustados para a vida. Mas sei que, além desses ingredientes, ainda faltava algo para explicar o atual quadro de descalabro litúrgico brasileiro.

Como Deus é bom e Sua misericórdia dura para sempre, Ele me mostrou um terceiro componente nesta equação erótico-espiritual. Caiu em minhas mãos um pequeno livro de Anselm Grün, monge beneditino alemão que está tendo bom espaço entre os católicos. E sua aceitação se deve aos seus méritos, pois é um bom escritor na área da espiritualidade cristã. Lendo seu livro “Espiritualidade e entusiasmo” (Ed. Paulinas), me deparo com algo que me esclareceu sobre nossa liturgia. Fazendo um pequeno histórico sobre o desenvolvimento da mística na história, ele descreve aquilo que é chamado de “mística do amor”, um tipo de espiritualidade que se desenvolveu na Idade Média. Diz-nos Grün:

 

Na mística do amor – sobretudo na mística feminina da Idade Média –, trata-se do amor a Jesus Cristo, ou do amor de Deus, que se aproxima do homem de uma maneira feminina, antes da forma masculina. A mística do amor praticada pelas beguinas – mulheres que, sem pronunciar votos, viviam livremente em grupos espalhados nos Países Baixos e na Bélgica, nos séculos XIII e XIV –, era sobretudo uma mística nupcial. Para elas, Jesus era o noivo que abraça a pessoa mística. Essas místicas falavam sobre suas experiências numa linguagem erótica. Nisso era muito apreciada a interpretação do Cântico dos Cânticos do Antigo Testamento. (…) As místicas falam sobre o namoro divino, em que podem alegrar-se da proximidade de seu noivo divino. (…) a união com o Amado nunca é um fundir-se ou dissolver-se; é um “doce abraço” ou um “beijo espiritual” (p. 44, 45 – grifo meu).

Portanto, este é o terceiro elemento que faltava: a erotização do louvor conforme praticado pelas beguinas na Europa medieval. Como a igreja evangélica brasileira atravessa um período de obscurantismo comparado muitas vezes ao da Idade Média (mas sem as influências de S. Agostinho, S. Tomás de Aquino ou das nascentes universidades), parece que estamos em casa…

Sei que a Bíblia me diz que meu relacionamento com Deus envolve, também, a parte afetiva, emocional (Mt 22.37). Sei também que os calvinistas, de modo geral, precisamos tomar cuidado com uma espécie de embotamento emocional que pode advir de estudos teológicos malfeitos e vivências eclesiais falhas. Mas nada, absolutamente nada, me autoriza a ter um relacionamento amoroso com Deus com base no erotismo. A dimensão erótica deve ser vivenciada entre um homem e uma mulher no matrimônio; com Deus, a dimensão do amor é o ágape, e envolve casados, solteiros, eunucos, crianças, adultos, etc., em um relacionamento vivo, verdadeiro e pessoal com o Eterno. Cantar para Deus “abraça-me”, ou entoar um mantra dizendo que está “doente de amor”, é fugir completa e totalmente do sentido do amor de Deus revelado em Cristo nas Escrituras, esbarrando perigosamente no risco de se adorar um deus alheio à revelação bíblica.

Uma geração que cresceu assistindo aos programas da Xuxa entoa canções amorosas pretensamente voltadas a Deus, mas usando conceitos e categorias de pensamento próprias de um relacionamento puramente humano, chamando isso de louvor, com grande aprovação do povo, que compra seus CDs e DVDs e alimenta a máquina. Uma liderança eclesial que falta com sua obrigação de ensinar o povo acerca da pura e verdadeira Palavra de Deus, preferindo repassar conceitos de empreendedorismo, vitória a qualquer preço e estímulo ao ego; uma mentalidade intensamente hedonista, marca de nosso tempo, que se torna presente com toda força através de um misticismo medieval em que o erótico se confunde com o metafísico. Esta é a estrutura que mantém a indústria de entretenimento gospel brasileira, e porque não dizer, mundial.

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29 comentários so far
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[…] um artigo sobre os costumes dos cantores gospel nacionais, o reverendo presbiteriano Digão traçou paralelos sobre o comportamento dos artistas de louvor e adoração atuais com a […]

Pingback por Pastor compara erotismo infantil de Xuxa à geração de artistas gospel

vc é doente oooo tal reverendo Digão.acho que deveria orar mais e pedir para o senhor limpar sua mente e seu coração,com toda certeza vc nunca teve um encontro com Deus,pra disser todas essas besteiras…esta faltando sexo na SUA vida…..por isso VE pornografia em tudo oq escuta. Vai se concertar com Deus primeiro antes de escrever esse absurdo. Muitas pessoas infelizmente vão ler esse artigo inútil,e vc pode fazer muitas pessoas se desviarem dos caminhos do senhor.VAI SE CONVERTER…..

Comentar por LARISSA

Obrigado por sua educação e seu amor cristão, Larissa.

Comentar por revdigao

Kkkkkkkkkkkkkkk

Comentar por Luca

[…] um artigo sobre os costumes dos cantores gospel nacionais, o reverendo presbiteriano Digão traçou paralelos sobre o comportamento dos artistas de louvor e adoração atuais com a […]

Pingback por Pastor compara “erotismo infantil” da apresentadora Xuxa à atual geração de artistas gospel. Leia na íntegra | Jovens Vitorianos

Estou pasmo. Sinceramente, diante de tanta aberração gospel que tenho visto por aí, não imaginei que iria ler tanta bobagem, asneira e idiotice em tão pouco espaço como nesse texto desse donte mental.
Amigo, você precisa de ajuda.
Jogue no lixo seu diploma de teologia e de todas as outras porcarias que te fazem delirar e se converta ao amor de Deus que será capaz de mudar sua vida amarga e infeliz.

Comentar por jullioca

Obrigado por sua educação e amor cristão. Gente como você faz o orgulho da nação evangélica brasileira.

Comentar por revdigao

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk ADOREIIIII

Comentar por LARISSA

DESCULPE MINHA REVOLTA,MAIS NÃO CONSIGO SER FALSA E NEM FICAR QUIETA QD ME DEPARO COM ARTIGOS DE PESSOAS QUE NÃO TEM OQ FAZER E FICAM CRITICANDO AS COISAS DE DEUS.

Comentar por LARISSA

É verdade. Ficar falando da irmã Xuxa, vê se pode?

Comentar por revdigao

Desculpa, mas assim, você não acha que está confundindo “NÃO SER FALSA NEM FICAR QUIETA” com “SER INTOLERANTE E GROSSEIRA”?

Está faltando muito respeito [e coerência, já que se diz cristã…] nas suas colocações.

Tente entender o que o autor está dizendo, não é um ataque DIRECIONADO AS PESSOAS E AOS MÚSICOS. É apenas uma crítica A MANEIRA que estão lidando com nossas igrejas hoje.

E mais, releia seus posts e veja se isso tem coerência com o Deus que vc diz servir.

Abraços.

Comentar por Thiago P.

As coisas de Deus do modo que vemos tem que ser podados Larissa…por mais que choque temos que entender que nem tudo que reluz é ouro. Deus não cabe em “coisas” . Ele é muito mais do que achamos ou pensamos. Se revolte sim…mas com as “coisas” que dizem que é de Deus mas não passa de charlatanismo de quinta levando pessoas a seguirem pessoas e não seguirem a Cristo.

Comentar por Luca

[…] artistas gospel. Leia na íntegra Em um artigo sobre os costumes dos cantores gospel nacionais, o reverendo presbiteriano Digão traçou paralelos sobre o comportamento dos artistas de louvor e adoração atuais com a […]

Pingback por Pastor compara “erotismo infantil” da apresentadora Xuxa à atual geração de artistas gospel. :

Irmão, acho que você exagerou um pouquinho né?.Concordo que nosso movimento gospel brasileiro tem suas imperfeiçoes e desvios, mas taxar todas as músicas que falam de abraço e beijo como eróticas e anti-bíblicas seria meio apelativo….farisaísmo talvez.As expressões “meu amado”,”abraça-me”,”doente de amor”,”apaixonado”, são meras expressões poéticas,metáfora.Deus abençoe

Comentar por Lucas Ivo

Concordo quando você diz que são metáforas, e discordo quando você diz que são “apenas” metáforas. São metáforas anti-bíblicas. A Bíblia nos diz para amarmos ao Senhor, não para estarmos apaixonados por Ele. O amor de Deus nos restaura, não nos deixa doentes. Fica na paz.

Comentar por revdigao

Veja a definição de “APAIXONADO” e repense se isso se encaixa em um contexto bíblico.

Paz.

Comentar por Thiago P.

De fato num evangelicalismo que celebra a ruptura entre razão e emoção, que celebra a aridez teológica num deserto de aridez espiritual, a linguagem da intimidade com o Deus “persona” é assaz estranha aos que cultuam o deus “coisa/objeto” que pode ser estudado e dissecado como uma rã nos laboratórios da vaidade acadêmica de alguns. Diante
Paz e bem!

Comentar por Felipe Maia

De fato, para aqueles que fazem parte de um evangelicalismo que celebra a ruptura entre razão e emoção, intelecto e coração; que celebra a morbidez teológica em meio `a aridez de um desero espiritual, a linguagem da intimidade com o Deus “persona” que nos ama com anseio furioso deveras parece entranha se comparada com o linguajar gélido que caracteriza os que conhecem o deus “coisa/objeto” tão cansativamente estudado e dissecado nos laboratórios da vidade acadêmica.
Paz e bem!

PS: E só para constar eu não gosto de XuXa. rs

Comentar por Felipe Maia

“Paixão” segundo dicionário é: 1.Sentimento ou emoção levados a um alto grau de intensidade. 2. Amor ardente. 3. Entusiasmo muito vivo.

Não são essas características que deveriam estar presentes no relacionamento nosso com o Deus amoroso? Logo, não poderia eu dizer que estou apaixonado por Deus, ou sejam tomado de amor ardente por Ele? Qual o problema nisso?

Eu não sei o porque do medo, receio e escrúpulos religiosos em relação à linguagem da intimidade com Deus. Parece-me que para algumas pessoas temor a Deus soletra-se com distância. Deus parece mais um assecla furioso pronto a destruir tudo e todos ao invés de um Abba amoroso que nos acolhe em seu seio como somos e na condição em que estamos.

O engessamento teológico, travestido de falso temor e piedade, estranha , se incomoda e até considera herege os que se voltam a Deus com uma linguagem imbuída de eros (desejo, ânsia, paixão).
Tal susto deve ter sido semelhante ao das pessoas da época de Jesus ao verem aquele “impertinente” e “desrespeitoso” carpinteiro de Nazaré se referir ao Eterno, Onipotente Deus irado da nação de Israel como papai, paizinho, papaizinho.
Fazer o que né…?
Paz e bem!

Comentar por Felipe Maia

Tenho duas filhas pequenas, que vivem me chamando de papai, papaizinho, daddy (essa ensinei pra elas), essas coisas. Mas sei que elas não tem nenhuma paixão por mim, e sim amor filial. Jesus, por sua vez, NUNCA ensinou a Seus discípulos ou a quem quer que seja a viverem uma vida de paixão, amor intensamente forte, em relação a Deus. Pelo contrário, o amor que Jesus ensinou era demonstrado não em uma EMOÇÃO ou SENTIMENTO, mas em uma ATITUDE. Deus amou o mundo que entregou Seu filho (Jo 3.16), ou seja, não ficou suspirando apaixonado pelo mundo. Deve ser porque Jesus não leu o seu dicionário. Fazer o quê, né? Graça e paz.

Comentar por revdigao

Nooooooooossa! Mas que problemas emocionais o amado irmão tem com as emoções. O próprio apóstolo Paulo não descartou a presença das emoções na vida cristã. O apóstolo Pedro a mesma coisa.
O irmão bem sabe que o amor é uma decisão da vontade. A paixão são as emoções envolvidas na decisão de amar alguém. Perdoe-me perguntar, mas, o irmão não é apaixonado por sua esposa? E por suas filhas, o querido poderia dizer que não é apaixonado por elas?
Paixões estas que se traduzem em sentimentos amadurecidos, não doentios, balisados numa decisão inteligente (amor).
Como? Jesus nunca ensinou seus discípulos a viverem uma vida de amor intensamente forte a Deus? De onde o amado tirou essa conclusão? E o grande mandamento citado por Jesus: amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração (…) com todas as tuas forças?
Você consegue não enxergar a presença das emoções nisso?
O que eu vejo é o baixo conceito acerca das emoções que o irmão tem. É como se fosse um sacrilégio quando as direcionamos a Deus. Ai, vou me arriscar um pouco mais: e se eu disser que Deus é um ser transbordante de emoções? Será que a fogueira da teologia vai bater à minha porta? Queiiiiiiiiima o herege!!!!! rsrs
Criados à imagem e semelhança de Deus. De onde então vem nossas emoções? Do pecado? Do diabo? Ou nos foram atribuídas pelo próprio Deus, algo que ele mesmo tem?

” Pelo contrário, o amor que Jesus ensinou era demonstrado não em uma EMOÇÃO ou SENTIMENTO, mas em uma ATITUDE”.

Obediência fria, sem qualquer tipo de emoção procedendo da mesma? Tipo robô pré-programado? Desculpe-me mas isso não é verdadeiro cristianismo. Recomendo ao amado a leitura, se já feita, a releitura, da obra magnífica de Jonathan Edwards acerca da verdadeira experiência espiritual. Ele de forma magistral demonstra que a verdadeira vida espiritual consiste em afetos e emoções santificados.
O mais interessante é ele começar sua obra citando o texto de 1Pe 1:7,8 – “para que a comprovação da vossa fé, mais preciosa do que o ouro que perece, embora provado pelo fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo. Pois sem tê-lo visto, vós exultais com alegria inexprimível e cheia de glória”.
O que é alegria mesmo? Ah sim, uma emoção, não é mesmo? Mas, com certeza Pedro se equivocou, pois, provavelmente deve ter lido no meu dicionário! Fazer o que né…?
Paz e bem!

Comentar por Felipe Maia

Nunca havia escutado tanta asneira,e desrespeito com o ser humano, bem com cantores evangelicos. Eu creio, que no Brasil, todos os programas contem algo inapropriado para menores, porem, fica bem claro que voce tem uma mente suja quando fala dos cantores evangelicos e um preconceito quando cita: ” meninos aboiolados” , ” relacionamento amoroso com Deus com base no erotismo “,” Avc ou orgasmo “, eu nao consigo entender como algumas pessoas que dizem conhecer a Deus, pode ter uma mente maligna. Me permita, uma sugestao, vai conhecer mais a Jesus, como ele tratava as pessoas, e da um tempo !!!!!!!?

Comentar por Romulo Barreto

Rômulo, obrigado por ser tão mais cristão que eu, ao me julgar dessa forma tão “amorosa”. Saiba que você é o fiel retrato da igreja evangélica brasileira atual. Seu amor cristão me constrangeu. Fica na paz, se é que você a conhece.

Comentar por revdigao

Digão…perfeito kara, eu tbm concordo contigo, nunca pensei que iria encontrar gente na igreja que pensa assim como eu, esse meio “gospel”, “evangélico” sei lá o que, tá uma vergonha, o povo não busca a Deus, e dá nisso… gente ignorante que seguem cegos… fica na paz

Comentar por Neemias silva

não concordo em partes no começo vc fala coisas muito feias…homofobismo q isso rapaz….

Comentar por elizandra

o autor que escreveu isso morrerá de cancer, sofrerá tbm uma doença q te farar viver como muita dor. ele me disse pra te dizer isso…

Comentar por elizandra

Amor de Deus é isso aí!

Comentar por revdigao

Muito bom. Temos pessoas estudadas e contextualizadas! Formador de opinião de Cristo. Deus continue te enchendo de coragem meu caro.

Comentar por Luca

É exatamente isso que está acontecendo no Brasil! Temos uma boa amostra dos efeitos ao lermos vários dos comentários postados aqui! Gente incapaz de receber críticas, que vivem um amor tão profundo ao “Paizinhooooooo” que esquecem de amar o próximo! Desconhecem as Escrituras e tomam por sagrado as asneiras e devaneios de cantores esquizofrênicos e anti-bíblicos! Não tem como esperar outra coisa dos baixinhos distantes do trono, molhados de chuva, apaixonados e doentes pela falta de Evangelho.

Comentar por Ivandro Menezes




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